Quando durmo, acordo, fico um minuto sozinha; quando ouço aquela música, assisto um bom filme, recebo uma mensagem ou uma ligação; quando chega o inverno, junto com a primavera... Já não sei mais o que pensar e em quem pensar. Não sei se prefiro sofrer com a saudade, me enganar com o presente ou rir daquilo que, um dia, pode se tornar possível.
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