sábado, 26 de fevereiro de 2011
Já estava morta. Resolvi escrever em uma folha encontrada em cima da cama para a primeira pessoa que a lesse, soubesse dessa fatalidade. O porquê? Já estava cansada de tanta dor. Doía a cabeça, doía o peito, o coração, os braços, as pernas e os pés. Doía tudo e ainda mais um pouco. Então, para descansar, resolvi amenizar todos esses remorsos. Já estava na cadeira de rodas, não suportando mais aqueles olhares de piedade me focalizando. Avistei de longe, uma pequena criança brincando na areia da praia, montando castelos. É, ela estava feliz, não parecia ter oito anos de idade. Ainda tinha muito para viver, coitada! Eu errei, sou humano. Deveria ter aproveitado mais, amado mais e até errado mais. Desejo que aquela pequena criança, não erre mais do que eu. Todos erram, mas não esperem tantos! Eu necessitava ser feliz, mas longe do mundo. Fui como uma coruja, bati as suas na direção da noite e do silêncio... eu queria encontrar areia e montar castelos, no paraíso dos céus.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Frio. Seria ideal você ao meu lado me fazendo sorrir, acariciando o meu rosto, sussurrando em meus ouvidos e dizendo coisas de arrepiar debaixo do meu cobertor. Talvez um filme passando na tv e uma pipoca temperada com sazon, mas provavelmente, estas seriam invisíveis para nós dois.
Isto é apenas um desejo de uma pequena mulher ouvindo músicas românticas em uma noite de quinta-feira. E o tempo? Ele se torna mais frio sem você aqui.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
O verdadeiro amor
Vocês me davam tanto amor. E agora estão mais ausentes em minha vida. Mas não completamente, mesmo longe, a cada telefonema, me passam uma extrema paz e grande felicidade. Gosto de me tranquilizar com as roucas vozes, vozes de quem estão com sintomas de saudade de pessoas que nasceram de uma simples vitória de um espermatozóide em um óvulo. Sou a filha que pretende lhes dar orgulho para sempre. De novo, digo que o para sempre nao existe.. então, até a morte nos separar. Essa distância que nos reparte atualmente, ocorreu devido às decisões que tomamos juntos, para enfim e futuramente, eu poder lhes mostrar que sou capaz de me possuir em orgulho que eles tanto necessitam. Choro com medo de não conquistar o que desejo, mas se depender de mim, vou me esforçar o máximo para não fazer meus pais se esgotarem tanto. VOU deixar esse medo e dizer "Venha o que vier!". E essa frase escrita por mim neste momento, veio deles, aprendi com eles e pretendo passar do mesmo modo, para meus filhos.
Estou fugindo do assunto que queria chegar a cada palavra que aqui digito. Este assunto é simples, um amor de verdade não tem despedida, um dia nos uniremos de novo e hoje, sinto saudades de lhes dizer pessoalmente que eu os amo e por isso, não canso de demonstrar meus românticos sentimentos nesta página da internet.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Mudei. E trouxe comigo uma caixa onde só estão guardadas lembranças de um passado comovente. Fotos, camisetas rabiscadas, desenhos e um presente. Mas que presente? Uma simples pulseira com um lindo nome que prefiro não publicar para tantas pessoas que podem nem me conhecer. Um mínimo presente, senti que foi de coração. Ele foi embora e a deixou comigo. Chorei na sua ida, mas fui forte o suficiente para superar esta perda. Não foi um adeus para sempre, portanto, sabia que não ía viver tão cedo, aqueles incríveis momentos que vivi durante uma semana.
Foi perdendo a graça, foi perdendo a emoção, a convivência diária se perdeu. Sim, dei um adeus para o amor. Já estávamos longe, e agora estamos mais ainda. Estou em Goiás.
Eu aposto que ele sente saudades, e daí a explicação de tantas ligações que desenterram TUDO. Em apenas 10 minutos de conversa, passa um filme em minha cabeça e meu coração sente uma dor, como se estivesse sendo apertado por uma mão (talvez seja a mão dele). E sente também, um sentimento. Não é o de amor, porque este já havia se perdido. Talvez, é a paixão que ainda floresce em meu peito e não quero assumí-la. Isso faz eu sentir um grande ódio, raiva e rancor. Coisas que eu não queria sentir por alguém que me fez tão bem e em poucos 4 meses. Percebo que ocorre alterações de pensamentos em meu ser.
Nossa, como eu queria poder sumir no mundo para nunca mais ouvir aquela voz me chamando de neném e assim, esquecê-lo para sempre, mesmo que este não exista.
Todos os dias, vejo do 3º andar do meu prédio, a mesma cidade, as mesmas residências, as mesmas ruas... o trânsito, o movimento só diminui nos domingos. A cidade para mais do que uma do interior do Mato Grosso. Ok, esta vista me faz ir até o meu guarda-roupa, abrir a caixa de lembranças, pegar a pulseira e colocá-la em meus pulsos. Cai lágrimas salgadas dos meus olhos castanhos escuros. Não sei o porquê, ou talvez eu saiba. É a saudade.
Não poderá ser do mesmo jeito de antes, tudo mudou. Eu mudei de cidade. Mudei de opinião.
Foi perdendo a graça, foi perdendo a emoção, a convivência diária se perdeu. Sim, dei um adeus para o amor. Já estávamos longe, e agora estamos mais ainda. Estou em Goiás.
Eu aposto que ele sente saudades, e daí a explicação de tantas ligações que desenterram TUDO. Em apenas 10 minutos de conversa, passa um filme em minha cabeça e meu coração sente uma dor, como se estivesse sendo apertado por uma mão (talvez seja a mão dele). E sente também, um sentimento. Não é o de amor, porque este já havia se perdido. Talvez, é a paixão que ainda floresce em meu peito e não quero assumí-la. Isso faz eu sentir um grande ódio, raiva e rancor. Coisas que eu não queria sentir por alguém que me fez tão bem e em poucos 4 meses. Percebo que ocorre alterações de pensamentos em meu ser.
Nossa, como eu queria poder sumir no mundo para nunca mais ouvir aquela voz me chamando de neném e assim, esquecê-lo para sempre, mesmo que este não exista.
Todos os dias, vejo do 3º andar do meu prédio, a mesma cidade, as mesmas residências, as mesmas ruas... o trânsito, o movimento só diminui nos domingos. A cidade para mais do que uma do interior do Mato Grosso. Ok, esta vista me faz ir até o meu guarda-roupa, abrir a caixa de lembranças, pegar a pulseira e colocá-la em meus pulsos. Cai lágrimas salgadas dos meus olhos castanhos escuros. Não sei o porquê, ou talvez eu saiba. É a saudade.
Não poderá ser do mesmo jeito de antes, tudo mudou. Eu mudei de cidade. Mudei de opinião.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Como eu queria poder sentir o calor dos teus braços. Sentir tua pele, o seu cheiro impregnado em mim. Estamos tão distante, mas nada é impossível para quem deseja tanto. Se Deus soubesse desse intenso desejo, nos colocaria em contato, rapidamente.
Tudo que passou em tão pouco tempo, está guardado. Esses dias não voltarão nunca mais. É uma pena! Podemos nos reencontrar em breve, viver momentos semelhantes aos daqueles mínimos dias, mas aquela sensação de primeiro beijo, primeiro abraço e primeiro cheiro não poderei sentir mais. Só de estar te tocando novamente, seria mais um desejo realizado. É tanta vontade de te dar prazer e receber o mesmo de você.
Teus olhos me diziam tantas coisas, me passavam uma tranquilidade imensa.. Teu jeito combina com o meu, você me faz tão bem à mais de 300 km de distância.
Às vezes, posso enxergar o teu sorriso: simples, só eu querer sonhar acordada. São tantos os desejos que só serão realizados se o querer fosse o poder. E é assim... a vida!
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Lembranças
Estou percebendo aos poucos, como é ruim deixar as pessoas que nós mais amamos. Pai, mãe. Amigos que realmente, eu os considerava os melhores. Talvez não os encontrarei mais em lugar nenhum ou talvez, acharei novos que completarão a parte que deixei para trás.
Também estou descobrindo o que é sentir saudade: um sentimento que quando não cabe no coração, escorre pelos olhos. Sei que chorar não vai diminuir a vontade de voltar aonde mais quer a minha alma, mas sempre ameniza a dor.
Estudar é o principal motivo pelo qual, estou longe da minha família. Está sendo um tanto difícil acostumar com tantas alterações, mas sei que vai ser melhor. E se Ele colocou tantos obstáculos assim, é um sinal que sou boa o suficiente para superá-los sempre. Gosto de aventuras.
E sim, a felicidade não é difícil de se conquistar, depende de cada ser. Deus me dá forças para eu encontrá-la a cada hora da minha vida e é o que está fazendo esta, ser tão boa e interessante.
Também estou descobrindo o que é sentir saudade: um sentimento que quando não cabe no coração, escorre pelos olhos. Sei que chorar não vai diminuir a vontade de voltar aonde mais quer a minha alma, mas sempre ameniza a dor.
Estudar é o principal motivo pelo qual, estou longe da minha família. Está sendo um tanto difícil acostumar com tantas alterações, mas sei que vai ser melhor. E se Ele colocou tantos obstáculos assim, é um sinal que sou boa o suficiente para superá-los sempre. Gosto de aventuras.
E sim, a felicidade não é difícil de se conquistar, depende de cada ser. Deus me dá forças para eu encontrá-la a cada hora da minha vida e é o que está fazendo esta, ser tão boa e interessante.
Tantos verbos no gerúndio! Uma simples garota de 15 anos em fase de transição.
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