segunda-feira, 28 de março de 2011

A cada dia que passa, vejo que estou gostando dos momentos vividos longe de casa. Estava na hora de sair da aba da mamãe e do papai, aprender a sobreviver sozinha, ter responsabilidade e juízo, vim para a capital.
Novas amizades estão surgindo, novas verdades sendo descobertas, novas e ÓTIMAS experiências por sinal, estão sendo muito bem aproveitadas.
Hoje, sinto que as horas voam, talvez, porque não tenho tempo pra nada. Minha rotina diária está completamente traçada. Dormir, colégio, colégio, dormir, comer, estudar; dormir, colégio, colégio, dormir, comer, estudar. Só isso basta. Mas quando chega o final-de-semana, tento me distrair; me arrumo, saio, vou pra um bar, me divirto com as pessoas que mais conheço da minha cidadezinha. Preciso me libertar depois de um sábado cheio de provas, desviar meus pensamentos, ter um tempo para o meu lado feminino. Acaba acontecendo coisas que parecem ser involuntárias, mas são totalmente controladas pelo meu ser. Desejos, olhares, química, abraços, beijos na boca e sexo podem acontecer a cada momento. Estou virando definitivamente, uma mulher.
Ou uma menininha de 16 anos, afinal, daqui a algumas horas já estamos em setembro, se transformando a cada dia, fisicamente e psicologicamente.

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